Foco em frotas empresariais elétricas: como está funcionando a sua?

Foco em frotas empresariais elétricas: como está a sua? A Vaielettrico destaca o assunto, também em vista de um evento que será realizado em Milão em 5 de março de 2027.
Foco em frotas empresariais elétricas: balanço positivo ou…?
Nossa abordagem não muda: queremos que quem usa o carro elétrico todos os dias compartilhe sua experiência. Neste caso, com um ou vários veículos corporativos. Um relatório sem filtros, tanto nos aspectos positivos quanto nos negativos, para termos uma ideia mais precisa da validade (e dos possíveis limites) dessa escolha. Pouca teoria e muita prática. Por exemplo, sobre como lidar com problemas como o reembolso das recargas feitas em casa pelo funcionário. Ou a escolha do aplicativo para as abastecimentos durante as viagens. Ou os prós e contras do uso misto. Cientes de que o carro elétrico na Itália, por enquanto com uma participação de mercado que não passa de 8%, só se consolida se o mercado de frotas decolar. Mercado já próspero nos principais países europeus, com participações bem superiores às nossas. O que falta para convencer aqueles que cuidam disso nas empresas a dar esse grande salto? E qual é o cálculo para quem já possui várias VE?
O GSE tem um simulador para verificar isso

Lembramos que existe online um simulador sobre o tema, desenvolvido pelo GSE, o Órgão de Garantia da Transição Energética. No site consta que “a escolha por uma frota de veículos elétricos permite uma redução dos custos de gestão. Em particular, os custos com combustível e manutenção, mas também, graças às menores emissões, é possível diminuir o impacto ambiental”. Há um link para um guia rápido para “realizar uma simulação e conhecer as vantagens”, dependendo se se trata de uma nova frota ou da renovação de uma já existente. O GSE também aborda os certificados brancos, ou seja, o mecanismo que incentiva economias no consumo final de energia por meio de intervenções e projetos de aumento da eficiência energética. Esse aumento precisa ser comprovado, sendo que um certificado equivale à economia de uma tonelada equivalente de petróleo (Tep).
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